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Fio ou banana?

Fiz outra experiência com a Matilda. Ela é famosa por roer fios elétricos em casa e já causou diversos prejuízos financeiros por estragar equipamentos. Por sorte, ela ainda não caiu de boca num 220V ligado.

 

Nesta semana, me lembrei do denatônio. É a substância mais amarga do mundo, usada para desestimular o uso do álcool doméstico para a fabricação de bebidas. Um mililitro de denatônio em mil litros de álcool é o suficiente para deixar qualquer licor caseiro intragável.

 

Assim, a ideia é molhar os fios com álcool, para que o amargor do denatônio afaste deles a coelha.

 

Para saber se daria certo, fiz a experiência usando três pedaços de banana, um dos petiscos favoritos da Matilda. Dois pedaços estavam in natura; o terceiro foi espargido com álcool 46°. Se ela comesse, poderia ficar um pouco bêbada, mas não traria maiores complicações.

 

Tiro certeiro: os dois pedaços de banana limpos foram devorados em minutos. O pedaço com denatônio ficou quase intacto.

 

Resultado da experiência: Matilda não quer mais comer banana.

 

Mas o cabo do teclado de um micro que fica no chão amanheceu destruído.



Escrito por  Roberto Moreno às 17h36
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Bate-estaca

Sofro de intolerância a música eletrônica: ela me causa uma alteração negativa no ritmo cardíaco, desorganiza as sinapses e eleva o nível de cortisol. Por isso, não ouço, e fujo de onde estiver tocando. O mais próximo de eletrônico que chego é Philip Glass, que nem é. Há exceções: algumas coisas de Kraftwerk e até o kitsch JM Jarre são ouvidas com prazer.

 

Mas não posso impor minhas preferências para todos, e resolvi, em nome da ciência, fazer uma experiência com a Matilda. Ela estava deitadona na gaiola, com a porta aberta, pensando num campo coberto de cenouras, quando troquei a MPB calminha que tocava no ambiente por um eletrônico básico, do tipo que (quase) todo mundo gosta. Na primeira batida de Chemical Brothers, ela tomou um susto, levantou as orelhas e ficou em alerta. Na segunda batida, saiu em disparada e se escondeu em algum lugar. Só reapareceu quando voltou a tocar MPB calminha: Luiz Tatit, Estrela Ruiz, Zeca Baleiro. Aí ela voltou a pensar no seu campo de cenouras, numas boas. Eu também.



Escrito por  Roberto Moreno às 17h34
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