Ótimo comentário sobre a candidatura de Marcelo Frisoni no blog Olha só!:
"Quem, em sã consciência, vai votar em um cara para vereador de São Paulo, tendo como única referência o fato de que ele é marido de uma apresentadora que fala com um papagaio de espuma todas as manhãs?"
E a autora completa: "... digo apenas que o número dele começa com 11. Por que isso não me surpreende?"
Cléo De Páris, a atriz mais bonita do Brasil, está na RG Vogue. Fala sobre a participação no filme do Zé do Caixão, sobre a Alaíde de Vestido de Noiva, Cuba, carreira, sobrenome e mais.
O post de ontem sobre rotina matinal gerou comentários de espanto entre os amigos da firma. Esclareço uma coisa: rotina, pra mim, é algo que se repete com freqüência, mas não, necessariamente, exatamente da mesma forma. Tipo assim, caminhar dois ou três dias seguidos já é rotina demais para esta cabecinha turbulenta.
À lista, acrescento algumas esquisitices: só acendo a luz depois do item 18 e só abro a janela depois do item 20, dando cara a la reforma do apartamento do padeiro (em breve poderei gritar: ei francês, joga uma baguete).
É isso. Aperitivo de João Gilberto. Qualquer hora falo sobre a falta de rotina noturna, com coisas do tipo sair para comprar detergente às 2h da manhã e lavar louça ate as 5h. As únicas coisas infalíveis na volta para casa são fechar a janela imediatamente, tirar a roupa e mudar a TV do 40 para o 43.
Todos os dias, assim que me levanto, sigo um ritual antes de sair de casa. Pela ordem:
1. ligo o monitor e caixas de som 2. abro a captura de TV e mudo do canal 43 para o 40 3. abro o Firefox 4. leio e-mails da conta particular 5. leio e-mails da conta profissional 6. leio e-mails da segunda conta particular 7. leio a coluna da Mônica Bergamo 8. leio a coluna do Daniel Castro 9. leio o índice da Ilustrada. Às quartas, leio o índice do caderno Informática 10. leio duas páginas de twitter 11. leio Bluebus 12. leio Querido Leitor 13. leio Tiago Dória 14. leio Cora Rónai 15. leio Ancelmo Góis 16. faço xixi e escovo os dentes 17. tomo café 18. tomo banho 19. me visto 20. leio outros blogs e jornais
Encontrar amigos do passado por redes sociais é para quem não pode. Quem pode, fala com a Mônica.
"João Gilberto canta nesta quinta (14) e na sexta (15) no Auditório Ibirapuera e quer mandar convites para seus amigos que moram em São Paulo. Sem idéia de como encontrá-los, o cantor pediu à coluna Mônica Bergamo, na Folha desta quarta-feira, que publicasse uma lista de pessoas queridas que ele gostaria de ver por lá. Pede que passem na bilheteria para pegar seus ingressos.
A íntegra da coluna Mônica Bergamo está disponível para assinantes do UOL e do jornal.
Enviada por meio de um amigo, a lista de João Gilberto inclui os "irmãos Waldemar e Wilson"; a "doutora Terezinha, prima do Toninho Botelho" também é esperada; "o Marcelo que trabalhava na Varig me daria um grande prazer se fosse", afirma João Gilberto. E também Carlinhos Rodenburg, do banco Opportunity e ex-cunhado do banqueiro Daniel Dantas (ele é parente afastado do cantor).
João listou ainda "três grandes cantoras, Elsa Laranjeira, Maricenne Costa e Mirian Fraga"; "meu querido Mario Thompson e sua família"; Acyr, Cyro Del Nero, Álvaro Moya, Alfredo Borba, Antonio Vanderlei, Daniel Serra, Elizabeth Rizzini, Orfeu Palmari e sua irmã; Os Titulares do Ritmo e suas famílias; Alberto, Eduardo Mario, Dina, Silvinha e dona Gita, da família Leão Fuerte; Rodolfo Nagler, Sabát, "o grande Fernando Faro"; Joãozinho Bossa Nova; Luiz Galvão e também seus músicos; Iná Abreu e José Pires; e Mônica Vanderley e Paulinho."
Pois bem, ele pode.
E valho-me do gancho para informar aos amigos, clientes, funcionários e a quem interessar possa, que cansei de Orkut. Há muito não passo por lá e, por enquanto, não pretendo voltar. Deixo uma lista aqui com minhas presenças na web atualizadas.
Interessante, a Aeiou me pegou pra beta tester. Certamente não viram as críticas que fiz ao batismo da empreitada, em post abaixo.
Vamos ver o que rola. Até agora, a situação é a seguinte:
- às vésperas do lançamento, detonei a escolha do nome [1x0]; - no dia do lançamento, tentei me cadastrar. Primeiro, o site não funcionou em Firefox [2x0]. No IE, travou no meio do processo, e não pude completar o cadastro nem começar outro, já que meu cpf constava como registrado [3x0]. O formulário para contato não funcionava [4x0]. O telefone para informações não funcionava [5x0]; - hoje, recebi um e-mail pedindo para completar o cadastro e escolher o número [5x1]. Fui lá, e beleza, os dados do cadastro incompleto estavam valendo [5x2]. A tela final, que pedia confirmação do endereço para entrega do chip, ficou pensando por mais de uma hora [6x2]; - mais tarde, chegou outro e-mail confirmando a inscrição [6x3]. (e a tela continuava pensando). Dizem que o chip será entregue a partir do dia 18, com R$ 35 em créditos de brinde [6x4].
Aguardem os próximos capítulos.
Já aviso que sou contra telefone, não pretendo divulgar o número, mas sim, pretendo usar e avaliar o serviço.
Às vezes, acontece de eu passar uma temporada sem ler. Sem conseguir. Fico vazio, destituído do tesão de mergulhar nas histórias alheias. Ainda bem que passa. Ah, se passa. Passou. Agora, esta semana, estou na companhia de quatro camaradas. No banheiro, Miranda July, É Claro Que Você Sabe do Que Estou Falando. No quarto, à noite, para dormir, o Paraíso Perdido de Cees Nootebom. No quarto, para acordar leve, Neruda, Confieso Que He Vivido.
O outro está na mesa de trabalho e no ônibus, dentro da bolsa. Um fininho, alemão de 105 anos, pela terceira vez. Adaptação em curso. Até o fim do ano sai. Talvez, em 2009, chegue ao palco. Sem pressa.