Roberto Moreno



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    La Tetita

    ¡ Viva la pequeña Wendy Sulca, orgullo de Peru !

    De día, de noche
    quisiera tomar mi tetita
    de día, de noche
    quisiera tomar mi tetita

    Cada vez que la veo a mi mamita
    me esta provocando con su tetita
    Cada vez que la veo a mi mamita
    me esta provocando con su tetita

    Ricoricoricorico, que rico es mi tetitaa
    mmm!! rico!! que rico es mi tetita...


    Tente resistir até 3:00. Ah, as metáforas...



    Escrito por  Roberto Moreno às 20h21
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    Acordortosimples

    Veja como é fácil entender o acordo ortográfico:

     

    Base IV

    Das sequências consonânticas

    1º) O c, com valor de oclusiva velar, das sequências interiores cc (segundo c com valor de sibiliante), cç e ct, e o p das sequências interiores pc (c com valor de sibilante) pç e pt, ora se conservam, ora se eliminam.

     

    Fonte: Escrevendo pela nova ortografia, Instituto Antônio Houaiss, página 71.



    Escrito por  Roberto Moreno às 19h14
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    Formigas diabéticas

    - Fizestes pipoca?

    - Dia desses.

    - Ficou boa?

    - Tanto assim.

    - E mais o quê?

    - E mais que foi no dia em que as formigas deram de comer sal.

    - Sal?

    - Do salgado.

    - E foi?

    - Formigas do Diabo. Diabetiques. Fazia pouco que andavam per aí. Tão pequititicas que mal se as via. Começaram no hábito lá delas, de perseguir tudo o que é doce. Como não bastasse, tascaram a comer do que restava em pratos ou na lixeira. Ateei-lhes fogo.

    - Fogo?

    - Com álcool. Quedaram zonzas de bebedeira e morreram de fogo quando risquei o palito.

    - Que risco!

    - Arriscado.

    - Mas e?

    - E que voltaram, dia ou dois depois. Não tenho conhecimento se eram as mesmas revividas, nem lhes tirei retrato ou pedi documentos, ou se eram novas, filhotas de alguma tantico maior sobrante da queimada.

    - E?

    - E que voltaram receosas do lugar do chamaréu. Nada de passar em fila pelo canto da pia, com aquelas desviadinhas de não-se-vê-o-quê, nem nada daquelas conversinhas com as que voltam, porque nem tinham, nada disso. Vinham, é sim, naquela fila compridinha, de umas tantas, mas quem diz que passavam da pia? Nada. Desciam pela porta do armário, cruzavam daqui e dali, rumavam qual cáfila sentindo cheiro de oásis, que pra elas era açúcar, mas o quê. O pozinho doce ficava acolá, e elas aquém da pia.

    - Então e?

    - E que tiveram de se ajeitar com o possível. E o possível na ocasião era outro pozinho, sal puro, branco, branquinho.

    - Comeram, é?

    - Só pode. Carrearam pelo saleiro de este a oeste e trouxeram no lombo, de oeste a este, grãozinhos salgados para levar lá para o formigueirinho delas.

    - Nem creio.

    - Pois creia.

    - E por causa de que achas que deram disso?

    - Nem calculo. De três uma: falta de gosto no paladar, diabetes no sanguinho ou carência grave de alimento.

    - E é?

    - Deve de ser.



    Escrito por  Roberto Moreno às 15h31
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